quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Desenhando as técnicas úmidas para o Gimp e o MyPaint

Modelando a transparencia segundo parcialmente empirico baseado no modelo teórico.
Modelando a transparência segundo parcialmente empírico baseado no modelo teórico.

Gimp e a modelação de técnicas úmidas

Boa parte deste ano foi tomada pelo desenvolvimento de técnicas úmidas para o Gimp... produzí uma longa serie de textos, anotações e amostras de como poderia ser resolvida a técnica no Gimp. Notei também que para disponibilizar todo este material vão ser necessárias muitas revisões e a criação de presets bem enxutos para facilitar o uso como um todo.
Experimentando os processos de watering, usando borracha e carimbo com textura para cancelar ou abrandar as manchas.
Experimentando os processos de watering, usando borracha e carimbo com textura
para cancelar ou abrandar as manchas.
Muitas das ferramentas de pintura do Gimp resolvem muitas das questões da pintura digital mais tradicional em geral... no que se refere a pintura úmida no entanto, necessitamos de um trabalho adicional ou de uma metodologia que possa facilitar as passagens e as ferramentas neste sentido. Por exemplo, a Borracha, o Carimbo com pattern incorporado, podem ser usados como uma espécie de tampão para limpar a tinta e deixar marcas indeléveis na mancha.
Estas passagens e usos constituem por si só argumentos que devem serem tratados com certo grau de profundidade e proficiência para não deixar maus entendidos... realizar tais coisas vai levar um bom tempo ainda... mas acredito que no final vão constituir um bom cenário de como manobrar a pintura digital não tão somente para as técnicas úmidas.

MyPaint e técnicas úmidas

Estou trabalhando em set de pinceis para o MyPaint especificamente para estas técnicas... a grande diferença entre Gimp e MyPaint está nos pinceis... neste último os pinceis constituem um conjunto completo de emulação (pincel + técnica de pintura).
Já no Gimp... temos estes conjuntos separados entre tres instâncias basicamente: funções do tool options, dinâmicas de pintura e tipo de pincel (.vbr, .gbr e .gih).

No MyPaint, como tudo está junto, de certa forma facilita o trabalho e processo de pintura e desenho, mas ao mesmo tempo dificulta, pelo menos pra mim, a projetação e realização de pinceis aptos a emular esta ou aquela técnica de pintura (acho mais pela complexidade do editor de pinceis).
Testando pinceis úmidos no MyPaint com alguns conceitos de mixing e transparência incorporados aos mesmos.
Testando pinceis úmidos no MyPaint com alguns conceitos
de mistura e transparência incorporados aos mesmos.
A modelação destes pinceis é bastante complicada e requer muita paciência e testes exaustivos pra termos um resultado que considero aceitável. O meu objetivo é que estes pinceis sejam utilizáveis na versão 1.1 e 1.2 futura. De fato os pinceis estão sendo produzidos na versão git master e testados de tempos em tempos na versão oficial 1.1. Acredito que estes possam ser migrados para a versão 1.0 do Windows e deverão corretamente na versão 1.1 sempre de Windows (se alguém quiser ajudar e testar eles neste ambiente é muito bem-vindo).

Os pinceis deste trabalho tem propriedades bem interessantes, por exemplo, eles misturam com a cor própria (smudge) mantendo níveis adequados de transparência (opacity) com um resultado aceitável de mistura (empasto) da cor própria com aquela vizinha, ou aquela inferior ou a de cobertura (Color). Como escrevi no post anterior... tenho um texto de referência para alguns do parâmetros dos pinceis do MyPaint... mas os parâmetros que usei na técnica úmida não foram ainda realizados... mas vai ser necessário escrever algo pra facilitar as coisas no futuro e nas revisões destes pinceis.

Os atuais sets do MyPaint incluindo alguns alternativos disponíveis na Web não conseguem resolver o problema a pintura úmida com mistura de cores transparentes... tive a pachorra de testar e analisar todos estes sets e daí foi que pensei em começar a projetar algo inicialmente pra mim... mas que no futuro tentarei disponibilizar os pinceis chaves destes conceitos sem fazer um set muito grande.
Muitos destes sets atuais resolvem somente o conceito do smudge com a cor própria e com bons efeitos de watering... mas sem produzir nenhum efeito de mistura ou glazing de cores vizinhas ou de cores inferiores ou das de cobertura... para isto temos pinceis que em parte produzem o blend... mas sinceramente eu os achei bastante difíceis de usar... na pintura real o efeito da mistura é direto e imediato e isto torna as coisas mais divertidas e incontroláveis... mas ao mesmo tempo controláveis dentro do mesmo processo. Tendo instrumentos separados tudo fica mais chato de realizar e o efeito final, muitas vezes ressente o fato. Para pintura úmida monocromáticas estes pinceis, no entanto, são mais que ideais.
Exemplo de pintura úmida realizada no MyPaint com os pinceis default para este tipo de técnica.
Exemplo de pintura úmida realizada no MyPaint com os pinceis default para este tipo de técnica.


Serie de pinceis nos quais estou trabalhando
para pintura digital e acessórios afins.

Exemplo ícone no tamanho real.
Exemplo ícone no
 tamanho real.
Estive também trabalhando na criação de um set ícones para os meus pinceis... mas que ainda estão em fase de estudo... queria poder realizar algo diferente e com um gosto mais clássico. Os textos para nomear os ícones estou usando alguns estudos sobre o sub-pixel, que ajuda bastante a dar definição em textos minúsculos... mas ainda precisa melhorar muito!

O caminho é bastante longo e lento mas já estou usando estes pinceis, ainda em forma provisória, em alguns trabalhos andei publicando na web (veja o post anterior). O rough mais recente publiquei no g+, que tento resolver com maior coerência e incidência a questão do empasto da cor.
Pincel redondo simples com algumas qualidades de empasto, transparência e mistura de cor.
Pincel redondo simples com algumas qualidades de empasto,
transparência e mistura de cor.

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Tecnicas de pintura em úmido e variações e procurando novos caminhos...

Ilustração feita usando parcialmente os efeitos destes novos pinceis aquareláveis no MyPaint.
Nos últimos dois meses tenho trabalhado alguns dias na exploração das técnicas úmidas no MyPaint. Os atuais sets dedicados ao tema são muito interessantes... mas funcionam principalmente com relação ao smudge mas sem produzir o efeito de transparencia e mistura das cores particular destas técnicas.
A minha pesquisa, então, investiga principalmente a capacidade de sobreposição de transparencias e mistura das cores -- quem sabe no futuro teremos no MyPaint a possibilidade de blend diretamente no pincel... alargando assim as possibilidades -- de qualquer o programa tem já recursos bem avançados e interessantes que podem resolver bastante estas duas questões.

Quem tem acompanhado os trabalhos que venho fazendo para o Gimp, quanto às técnicas úmidas, sabe que estou interessado em processos mais próximos ao trabalho real e sem muitas peripécias... ou seja, os pinceis foram pensados para resolver as técnica úmidas em modo mais direto e próximo ao que acontece na técnica real.

Nos testes e experiencias feitas pude comprovar que a cada novo dia dedicado à pesquisa os pinceis tem melhorado e estão me ajudando a criar um serie de trabalhos com tintas e misturas mais vivazes.
O processo de construção e otimização destes pinceis requer uma boa dose de paciência e estudos... mas acredito que no final vai valer a pena. Minha ideia é criar um pack reduzido dos mesmos para disponibilizar para a comunidade do MyPaint.
Ultima ilustração realizada com os pinceis de aquarela no MyPaint.
No ano passado comecei um tutorial dos pinceis do MyPaint... mais focado na compreensão e na manipulação dos parâmetros em modo mais artístico e menos técnico. Quem sabe no final deste processo poderei disponibilizar algo mais perto dos artistas para facilitar a manipulação e adaptação de sets já existentes para nossas necessidades.
Alguns testes feitos com pinceis aquareláveis ainda da primeira serie de desenvolvimento.
Não sei quando tudo isto estará pronto... acredito que serão necessários ainda alguns meses... me preocupa principalmente a portabilidade entre as versões do MyPaint e as diferentes plataformas.

O vídeo acima mostra um pouco da possibilidade de mix e transparencia... ainda na versão mais elementar e primordial destas pesquisas.

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Color Palettes from images

Image made on Alchemy to my palette tests.
Image made on Alchemy to my palette tests.
Personally I am a fan of the work based on color palettes ... this comes from traditional painting, where is useful to have a limited range of colors and the combinations are made on the palette.

One reason to like palette of colors in the digital world is that this is a way to ensure consistency during the process of one or more jobs for the same client ... and why not the one to build a own particular style where the color also it is important element.

In another article I will try to take a trip into some painting masters through a few centuries ... an epoch where the range was very limited and these days it is vast.

In the digital world there are several software that enables you to extract the palette from an image, whatever they may be. The Gimp and Photoshop have the resources to do this easily ... then I'll talk about some methods for GIMP ... but that can be adapted to any type of editing software and imaging.

Building color palettes from RGB images on Gimp [1]

In Gimp and Photoshop is very easy to do palettes from image... perhaps on Gimp a bit more easy because the feature very specialized to make it. The feature is available directly on the Palette menu, making 'Import Palette'.
Import Palette of an image in Gimp.
Import Palette of an image in Gimp.
In this example I have an indexed image with only 16 colors ... in this case the interval has no reason so it is disabled. This method of indexing the images can be quite interesting to have fixed and wearable palettes in Colormap Gimp. To create indexed palettes we have to use Image > Mode > Indexed. This argument deserves absolutely different and I will address it below.
Importing a Palette from a 16 colors indexed image.
Importing a Palette from a 16 colors indexed image.
The interval parameter that adjusts the groups of similar colors thus reducing the range of the palette. There is not a priori a fixed rule, but the best way to reduce the color range 'to the bone' would first restrict the number of colors.

The second step is to choose the columns, but this does not influence in the selection but in the appearance of the palette ... if you are thinking a palette with only 4 colors ... then use 4 columns is the most appropriate number ... this number works well for palletes with multiple of 4 (8, 12, 16, 32, ...).

Now the decision interval will be interactive ... as we increase the interval are created groups of more specialized colors at maximum saturation. The screenshot below exemplifies this case where the value of the 'interval' was restored and placed at most 4 and representative colors of the image.
Adjusting the range of a palette from a 8 bit RGB image.
Adjusting the range of a palette from a 8 bit RGB image.

Building indexed palettes [2]

As you can see the palette obtained by adjusting the range of colors in the image above is representative of the colors. But the best method, in my opinion, is indexing the image and after to extract the color palette.

The method uses as a step to further filter Colors > Posterize where is possible determine the ideal amount of posterization, which largely coincides with the number of colors that I have in indexed image ... from there I import my palette with feature available in the Palette Menu > Import Palette.
Original image without posterization yet.
Original image without posterization yet.
Posterized image with 8 colors.
Posterized image with 8 colors.
To build the best palette I realized that is recommend to posterize the image with the number of colors that best summarizes the main and most important colors in the image ... without thereby changing it radically. The following converts the posterized RGB image in the indexed image with 8 colors (below).
8 color indexed image from the image posterized to 8 colors.
8 color indexed image from the image posterized to 8 colors.
As you can see the image is almost identical and we can now import the palette. The figure below shows the import of an indexed palette 8 colors and previously posterized image with the same number of colors. We note that all the major colors were imported correctly.
Import palette from an indexed 8-color previously posterized with the same amount of colors colors.
Import palette from an indexed 8-color previously posterized
with the same amount of colors colors.
Both methods are valid, but surely work with indexed images is the best solution, but since it is submitted before the "posterization" and creating a summary of what we consider the acceptable colors to represent the image.

Indexing the RGB directly, we have several surprises, as I had the opportunity to see ... for example the orange did not appear and was replaced by a very clear tone of this color. The conversion algorithm can depend on 'n' things... so to make two passes (Posterize and after Import Palette) is better ... since the Posterize is somehow in this process is already a good preview.

The method of posterization, without transforming the image into indexed, can be particularly useful to extract colors with the import function of the Palette extending or restricting the range of colors as I detailed in the first part of the method ... i.e. knowing and controlling this process as well we can build representative palletes fairly easy and practical way.
Sorting the colors in a Gimp palette according to different ways.
Sorting the colors in a Gimp palette according to different ways.
If a color palette is definitely saved in the list ... this can be edited and can even arrange the colors according to different schemes.

Palettes from pixelated images - Goya Case [3]

Lucientes Goya and a tentative to simplified palette.
Lucientes Goya and a tentative to simplified palette.
In some cases the method of simplification by the "posterization" and successive image indexing ... may not work properly in these cases I advise you to build a palette based on greater palette, as one web based ... is a solution for those cases where certain colors insist not appear.
Lady in red who could not extract with the basic method.
Lady in red who could not extract with the basic method.
As I tried to transcribe a palette from a painting of Goya (Lucientes) and color the lady in red was not included in the indexed image with the same depth that it had posterized image.
Palette extracted with the web based palette ... and red is recovered.
Palette extracted with the web based palette ... and red is recovered.
Surely the palette is much larger than the 12 colors which originally wanted to work.  We can also apply an unsharp mask that helps to saturate the image in a balanced way, but in this case not helped resolve because the red of the lady continued not appearing.

A more interesting method for these cases is to apply a "pixelate" via GEGL and then import the palette using a suitable quantity and range ... in this case I used a range of 24 colors and 62 on interval, this interval is the limit when the palette start to get the full white swatch...
Technique using the GEGL pixelate and then importing the restricted palette of colors and proper range.
Technique using the GEGL pixelate and then importing the restricted
palette of colors and proper range.

Each case is unique — summarizing methods

Is important to do a previous analysis of the image and to choose the more ideal method ... but we can imagine rapid methods for the most part well-saturated and represented in terms of color ... images that would be the first two methods presented here [1] and [2] for images with ... a narrow range of colors such as this painting of Goya Case [3] ... we can build a palette of web based on top or else produce pixelate and thereafter recover a color palette ... It seems that the method of Pixelate is very good and representative for this type of problem.

Gradients and color palettes

Sample the gradient of palette rescued 4 colors inspired by the image of this article.
Sample the gradient of palette rescued 4 colors
inspired by the image of this article.
In some works we can use methods of painting where we have to use instruments to which it is useful to support a gradient. In Gimp currently have 3 tools that allow painting painting with gradient: Gradient, Pencil and Paintbrush.

A palette created from the same image we are working or on top of a palette of colors that we are using to paint the work may be transformed on the fly into a gradient ... and this is particularly useful if we use dynamic in which the Color parameter is used. In this case the purpose of "impasto" would be much more significant than using a strange palette to work.

Colormap — Palettes de imagens indexadas

A colormap is just a color map and it works if I open an indexed image ... the tab Colormap has some interesting features ... one of them is to rearrange the index of colors.

Another significant advantage to have indexed images to build pallets is that they themselves are already a palette of colors and can be adequately treated and edited in Gimp. If for example we're working with Pixel Art or related or even design your own simple icons ... the work is already palette.
This type of palette can also be saved to the traditional standard of the Gimp with the .gpl extension.

Making Palettes on Photoshop and in the Web

Photoshop seems pretty interesting this howto vimeo Harry Harmenik.
Saving and putting the color palette in Illustrator.
Saving and putting the color palette in Illustrator.
There are several very interesting applications in web ... I will only deal with those that extract colors from images ... because there are great apps that build custom pallets ... but without the ability to extract them from the pictures.
Schema using Degraeve Colr.org.
Schema using Degraeve Colr.org.
Following this idea my favorite are the Color Palette Generator and that of the Degraeve Colr.org.
What seems to be the most complete Colr.org ... where you can customize the palette in many ways. You can export it as .aco ... that are native Photoshop palettes and common to all the other packages from Adobe. In some cases these applications are very interesting and quick to summarize the range of colors in a few steps.

To export .aco to free formats like .gpl used in Gimp, MyPaint and Inkscape on Linux usually uses Gimp.
"ACO (Adobe Color Palette) is the native Format of Photoshop using a specific 16bit code for the colors. This encoding makes it possible to use different color spaces in one palette like CYMK or RGB. Actually Gimp is able to read .aco palettes, but it cannot deal all color models that are encoded in the aco files. The adobe swatch exchange format (.ase) is no alternative for Gimp Users as it could not be loaded in Gimp, but you can convert .ase files with Gpick!" [Excerpt from Vasco Basque: http://vascobasque.wordpress.com/2013/09/20/handling-colors-part-i-palettes/]

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Festival de Angoulême de Historia em Quadrinhos


Preparação para a viagem.
Preparação para a viagem [Desenho de Cristina Spano]
Hoje lí com muita atenção o ultimo post do blog da Anna Castagnoli (Le Figure dei Libri) escrito pela Giulia Sagramola que relata a visita nesta Feira de HQ na França. Achei particularmente interessante o relato que ela faz da produção independente:
La cosa che si nota subito percorrendo questo spazio è l’enorme quantità di libri di altissima qualità prodotta da queste case editrici. È impossibile distinguere solo tra piccole case editrici e autoproduzioni, perché in Francia c’è un vastissimo microcosmo di piccole realtà indipendenti che non sono autoproduzioni, ma che neppure operano sotto forma di case editrici. Solitamente sono delle associazioni, degli atelier o dei collettivi ed è la forma più facile e automatica per chi vuole iniziare a creare delle produzioni editoriali di stampo un po’ sperimentale, ma venendo considerati in modo professionale.
Alcuni esempi interessanti sono: Les Requins Marteaux, Arbitraire, La Belle Ilustration, Nyctalope, Magnani e Hecatombe/le Labo. Quest’ultimo, con un fanzine carré, quest’anno ha vinto la Fauve d’Angoulême con il premio per la BD alternative 2014. Sì, c’è un apposito premio per la migliore pubblicazione indipendente al quale si può partecipare inviando mesi prima diverse copie della propria autoproduzione. Tra queste c’è anche Misma, una realtà composta da diversi autori di base a Toulouse, che quest’anno aveva una mostra ufficiale in programma nel Festival, una delle poche cose che sono riuscita a vedere, purtroppo, insieme alla mostra allo spazio degli esordienti: Jeunes Talents.
Nestes breves parágrafos da Sagramola sobre a produção independente o que ressaltou aos meus olhos foi o tipo comum de organização... em muitos casos são associações, coletivos e ateliers. Em 2012, estive conversando com o Mozart Couto sobre como autoproduzir comics aqui no Brasil. Eu estive, na época, imaginando os processos e workflows de fanzines e pequenos livros ilustrados feitos em casa mesmo, mas com grande esmero e profissionalidade.

O projeto não foi em frente, por falta de tempo e organização logística... mas lendo este relato e relembrando o recente post do IdeaFixa sobre o Narval Comix: http://www.ideafixa.com/narval-comix-no-calor-dos-quadrinhos, voltei a pensar que vale a pena repropor a coisa... quem sabe trocando experiências entre os quadrinistas da nova geração.

Interessante também e vale uma atenta visão do site Feira Plana 2 [Feira de publicações independentes, fictícias, guerrilheiras e zines] e visitar o evento no MIS de São Paulo nos dias 8 e 9 Março próximos, com dois interessantes workshops gratuitos (se for selecionado para o workshop... vou de seguro fazer um artigo aqui!). Leiam também o artigo do ideafixa: http://www.ideafixa.com/a-feira-plana-investiga-1 sobre o evento com analise de alguns fanzines.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Gimp Gih Matrix in Short - Part I

Samples of my gih sample matrix with 2 dimensions and the first brush series based in this tutorial. Made with Gimp.
Samples of my gih sample matrix with 2 dimensions and the first brush
series based in this tutorial. The brushes are thought as bristle kind.

Introduction

The more important thing to build dynamic brushes with more than one dimension, is to imagine how it must works and the kind stains variations. To make dynamic brushes with many dimensions without this study, for me, don't make sense... because two things in special: is very difficulty to control and organize the brushes by kind, the effect is very randomly and is better simplify… all an unique dimension with random behavior.

Dynamic raster gimp brush - the gih matrix in short

Explaining in short an way to understand how to build a n dimensions gih matrix and the final layers on gimp. For that I’ll write few examples of matrix, with two and three dimensions.

First case - 2 dimensions gih matrix

To understand better is interesting imagine the aspects as a possible change state... normally the aspects of 1st dimension modify the aspect of 2nd dimension, in this sense the 1st dimension aspects are a kind modifier of the 2nd dimension aspects.

I've imagined a matrix with 2 dimensions, the first dimension with 2 aspects (random) and 2nd dimension with 4 aspects (angular). To calculate the number of necessary layers on gimp we must multiplied the ranks of two dimensions => 1st(2) x 2nd(4) = 8 layers.

But is useful to explain a bit more how we can transform the aspects in the correct order on layers. When we talk about aspects… we are talking about the number of variations of the these aspects could have in stroke brush sequence. In many cases is useful to draw a sketch on paper to imagine how it works and mainly how it will be build.
Box gih matrix array metaphor.
Box gih matrix array metaphor.
The 1st dimension is formed by 2 aspects random (without and with up-down lines), each of them is a variation of 2nd second dimension aspects, in my case, without and with two lines that are up and down of stains of 2nd dimension.
Aspects of my gih matrix sample.
Aspects of my gih matrix sample.
The 2nd dimension is formed for 4 aspects (Angular = 0, 90, 180 and 270 degrees), each one is different stain, in my case, I've make 4 images (one for each aspect):

- - - | Hyphen dash line => 0°
. . . | Point dash line) => 90°
/ / / | (slash kind line) => 180°
\ \ \ | Backslash kind line => 270° - -90°
To make the combination of these aspects and to combine a precise layer order in gimp is normally the difficulty, so make a sketch of it. In my example is very easy to imagine... the lines up and down (without and with) that can be together of 2nd dimension image aspects can be exemplified so:
Organizing the layers on Gimp.
Organizing the layers on Gimp.
The sequence of layer is ordered by the first dimension aspects and applied in the aspects of the 2nd dimension:

First aspect of 1st dimension
  • 1st layer: 1st aspect of 2nd dim (hyphen dash lines) without lines up and down. => 0°
  • 2rd layer: 2nd aspect of 2nd dim (point dash lines) without lines up and down. => 90°
  • 3th layer: 3rd aspect of 2nd dim (slash lines) without lines up and down. => 180°
  • 4th layer: 4th aspect of 2nd dim (backslash lines) without lines up and down. => 270° | -90°
Second aspect of 1st dimension
  • 5nd layer: 1st aspect of 2nd dim (hyphen dash lines) with lines up and down. => 0
  • 6th layer: 2nd aspect of 2nd dim (point dash lines) with lines up and down. => 90°
  • 7th layer: 3rd aspect of 2nd dim (slash lines) with lines up and down. => 180°
  • 8th layer: 4th aspect of 2nd dim (backslash lines) with lines up and down. => 270° | -90°

We need organize the layer by groups, those of 1st dimension and 2nd dimension.
Explained in another way the general rule is:

Groups of 1st dimension = Total layers / 1st dimension aspects = Layers per group
Will be 8/2=4 => this imply that we have 2 groups with 4 layers (the are the aspects of 2nd dimension).

Each group of 1st dimension is divided by the number of aspects of the 2nd dimension, in this case 4/4=1, then we have one layer for each angular position, in total 4.

How it works

The first dimension is Random, so the aspects of 2nd dimension will be printed randomly, without or with the lines up-down, in all aspects of 2nd dimension:
- - - | . . . | / / / | \ \ \

The 2nd dimension is Angular, so the aspects are printed following the angular variation of stylus… in my gih matrix example this behavior have only 4 states > 0, 90, 180 and 270°. Then the aspects

- - - correspond to 0°;
. . . to 90°; 
\ \ \ to 180° and 
/ / / to 270° = -90°.

The gih array for angular behavior on gimp begins always with 90° layers, in my example are the 2nd and 6th layers.
Sample of tests with gih matrix brush.
Sample of tests with gih matrix brush.
The array isn’t very precise with a short numbers of ranks to angular behavior… but is sufficient to use in the major part the correct stain aspects.
Angular precision of angular gih with more steps.
Angular precision of angular gih with more steps.
This sample was made with 8 layers… with 45° steps, is possible to see that the angular behavior precision depends by number of layers.
Sample only to make a sample ;-)

The brush is not created to drawing or painting… only to make a practical example of a 2 dimensions gih matrix, but the even so I’ve made a sample ;)
A few samples with the gih matrix brush example... only to have a picture ;-) Made with Gimp.
A few samples with the gih matrix brush example... only to have a picture ;-)

Conclusions

I’ve been making gih brushes since 2008… and the gih matrix is a thing very difficult to understand… you need to be a developer or a mathematician ;-) I don’t know but I’ve studied this matrix many times in different periods… and is always a bit complex to remember all aspects. Then I thought to write this document, to make a big picture to help decide when we can to use this resource. In past, very recent, I was bit convict that don’t have sense the gih brushes with more that 1 dimension… but was a question of my difficult to understand how to use and make them an easy way.

The main reason to make a gih brush with more than 1 dimension is related with some nuances of the stains, per example, in the series Variety I think very interesting to have a small random noise on the border of line strokes… but each case is a case… sometimes is better have only a gbr or a simple gih with only 1 dimension.

References

Video about Gimp Gih matrix - Dimensions versus Aspects
The Gih Dialog Box

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Hudson River Painters vs Digital Painting

Este ano me prometi fazer uma grande full immersion na pintura digital tendo como base estudos de pintura clássica. Recentemente comprei o livro de James Gurney, Color and Light, principalmente movido pela tecnica do gamut mapping e color palettes reduzidas.
Imagem da feature do gamut mapping no MyPaint.
Imagem da feature do gamut mapping no MyPaint. [Fonte: David Revoy] 
Para um breve introdução do metodo do Gurney voces podem assistir este video feito por ele:

No MyPaint este recurso pode ser facilmente implementado e usado na pintura digital, veja o post do Revoy sobre isto nas novas funções da versão 1.1 do programa. Eu comecei estudar os textos que estão no site do Gurney, já faz alguns meses e finalmente agora com o livro vou poder fazer a coisa em modo mais cômodo. Vou tentar organizar uma lista dos principais links dos posts do Gurney sobre este assunto... que por sinal tem bastante coisa escrita no blog dele, aqui está o link do search sobre o argumento gamut painting no blog do Gurney.

Sou um seguidor do +Wouter Tulp e através de uma entrevista feita por Chris Oatley acabei achando um artigo e video bem interessante sobre a Hudson River School, citada no livro de Gurney e discutida muito bem pelo Oatley neste post.
Painting: 'Among The Sierra Nevada Mountains', 1868 by Albert Bierstadt - Hudson River School.
Painting: 'Among The Sierra Nevada Mountains', 1868 by Albert Bierstadt - Hudson River School.
O vídeo é excelente e vale cada segundo dele ;-)

O Chris Oatley fez também um pdf sobre este argumento e vocês podem fazer o download dele: The Hudson River Painters Vs. The Texture Monster -- Digital Painting Tutorial.
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